Segue material de física. Estudem, façam os exercícios e me enviem para correção.
Abraço
Prof. Pedro
Física - Relações de dependências entre grandezas
segunda-feira, 22 de abril de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
Inglês - Nine billion names of God.
Bom dia,
Segue o primeiro conto para tradução. Como frisei anteriormente, comecem com calma. Em um mês vocês conseguem traduzir tudo. A partir de maio, vou postar dois contos por mês; em junho, três. Conforme vocês avançarem, vão traduzir cada vez mais rápido e usar cada vez menos o dicionário. Em caso de dificuldades, podem solicitar minha ajuda por aqui ou das professoras de inglês na escola.
Abraço
terça-feira, 16 de abril de 2013
Tema de Redação - O Debate sobre a maioridade penal.
Seguem dois textos tratando da questão da redução da maioridade penal no Brasil:
Texto 1:
As leis não podem se basear na exceção
A maneira como a grande mídia cobre estes crimes bárbaros cometidos por adolescentes nos dá a (falsa) impressão de que eles estão entre os mais frequentes. É justamente o inverso. O relatório de 2007 da Unicef “Porque dizer não à redução da idade penal” mostra que crimes de homicídio são exceção:
“Dos crimes praticados por adolescentes, utilizando informações de um levantamento realizado pelo ILANUD [Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para Prevenção do Delito e Tratamento do Delinquente] na capital de São Paulo durante os anos de 2000 a 2001, com 2100 adolescentes acusados da autoria de atos infracionais, observa-se que a maioria se caracteriza como crimes contra o patrimônio. Furtos, roubos e porte de arma totalizam 58,7% das acusações. Já o homicídio não chegou a representar nem 2% dos atos imputados aos adolescentes, o equivalente a 1,4 % dos casos conforme demonstra o gráfico abaixo.”
E para exibir dados atualizados, dentre os 9.016 internos da Fundação Casa, neste momento apenas 83 infratores cumprem medidas socioeducativas por terem cometido latrocínio (caso que reacendeu o debate sobre a maioridade penal na última semana). Ou seja, menos que 1%.
Como já foi dito, a primeira reação de alguns setores da sociedade sempre que um adolescente comete um crime grave é gritar pela redução da maioridade penal. Ou quase isso: dificilmente vemos a mesma reação quando a vítima mora na periferia (nesses casos, a notícia vira apenas uma notinha nas páginas policiais). Mas vamos evitar leituras ideológicas do problema.
A redução da maioridade penal não resolve nem ameniza o problema da violência. “Toda a teoria científica está a demonstrar que ela [a redução] não representa benefícios em termos de segurança para a população”,afirmou em fevereiro Marcos Vinícius Furtado, presidente da OAB. A discussão em torno na maioridade penal só desvia o foco das verdadeiras causas da violência.
O Instituto Não Violência é bem enfático quanto a isso: “As pesquisas realizadas nas áreas social e educacional apontam que no Brasil a violência está profundamente ligada a questões como: desigualdade social (diferente de pobreza!), exclusão social, impunidade (as leis existentes não são cumpridas, independentemente de serem “leves” ou “pesadas”), falhas na educação familiar e/ou escolarprincipalmente no que diz respeito à chamada educação em valores ou comportamento ético, e, finalmente, certos processos culturais exacerbados em nossa sociedade como individualismo, consumismo e cultura do prazer.
BOCATO, Vinicius, http://vinibocato.wordpress.com/2013/04/14/especial-razoes-para-nao-reduzir-a-maioridade-penal/
Texto 2:
Será que quem tem idade para votar, ou seja, exercer sua vida civil e agora doar sangue, não tem idade para ser também punido?
Se já está comprovado que crianças (adolescentes) com 16 anos de idade têm capacidade de discernir o que é o melhor para o nosso país, podendo até daqui a alguns anos dirigir (o que já é uma realidade nos EUA, e no Brasil essa ideia já está em análise), porque não podem responder por seus crimes? Porque têm que ser tratados diferente dos demais, só porque são adolescentes?
Crianças de 16 anos já têm autonomia para tomar decisões em prol de terceiros, tomar decisões referentes ao seu futuro – mesmo sem muita certeza – porque eles não podem também responder por seus atos?
Eles tomam tantas decisões muito mais cedo do que esta idade, como de terem filhos, por exemplo; dizem sentir amor nessa época e até chegam a tomar a cruel decisão de tirar vidas, porque então continuam impunes?
Como esses jovens crescerão e serão no futuro? Serão bandidos piores, exterminadores de vidas, psicopatas que pensam (ou melhor: que não pensam) agindo instintivamente, de forma quase irracional.
Porque não criarmos leis capazes de puní-los? Vou além: não somente a partir dessa idade, mas de qualquer outra idade até inferior que seja capaz de cometer algum crime extremamente grosseiro. Porque, em minha opinião, quem comete qualquer crime, sabe exatamente o que deseja com isso. É maldade pura! E se possui maldade em seu coração, merece punição, sem piedade!
Hoje em dia, essas ditas “crianças inocentes” são muito amparadas pelas leis, e pouco educadas. Se elas não podem aprender em casa, deveriam aprender com o mundo a conviver em sociedade.
Não existem mais castigos hoje em dia, e por isso as crianças estão se soltando mais e perdendo os limites. Consequentemente, a sociedade caminha da mesma forma: sem limites, o que contribui com a delinquência geral. Isso tem que mudar! Se alguém pretende salvar nossas crianças, é preciso ensiná-las a serem mais humanas e seres verdadeiramente sociais, com as devidas punições.
Hoje, para quem não sabe, menores infratores são detidos – levam ineficientes “puxadas de orelha” dos policiais nas delegacias e em seguida são liberados. Isso só contribui para que eles aprimorem ainda mais a forma de negligenciar as leis e destruir vidas.
E, dependendo do crime que venham a cometer, podem até ser detidos pelo tal FEBEM, mas saem de lá piores do que entraram. É uma verdadeira escola de bandidos! O pior é que, ao completarem a maioridade (18 anos, atualmente), saem de lá como se nada tivessem feito, ou seja, com a ficha limpa.
Como pode ser isso? Eles entram na FEBEM como se lá fosse uma verdadeira escola, em que torcem para que o ano passe depressa para que possam se ver livres. Eles não têm a mínima perspectiva de vida e voltam a cometer os mesmos erros. Por isso, sou a favor de leis punitivas proporcionais aos erros cometidos, INDEPENDENTE da idade do cidadão, podendo até a chegar a pena máxima, sem nenhuma chance de liberdade.
RIBEIRO, Michelly, http://michellyribeiro.com/tag/a-favor-da-reducao-da-maioridade-penal/
Baseado na leitura dos dois textos acima citados, elabore uma redação expondo o seu ponto de vista sobre a redução da maioridade penal no Brasil. (mínimo 30 linhas).
Abraços!
Pedro
domingo, 14 de abril de 2013
Matemática - Capítulo 1 - Teoria dos Conjuntos
Segue abaixo o primeiro capítulo do material de matemática! Também estarão disponíveis duas vídeoaulas sobre o tema.
Bons Estudos!
Teoria dos Conjuntos
Teoria dos Conjuntos - Aula 1
Teoria dos Conjuntos - Aula 2
Teoria dos Conjuntos - Aula 3
Teoria dos Conjuntos - Aula 4
Matemática - Aula 1 - Conjuntos - Parte 1
Matemática - Aula 1 - Conjuntos - Parte 3
Matemática - Aula 1 - Conjuntos - Parte 4
Matemática - Aula 1 - Conjuntos - Parte 5
Bons Estudos!
Teoria dos Conjuntos
Matemática - Aula 1 - Conjuntos - Parte 2
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Sociologia - Cap. 1
Atenção: segue para download o primeiro material de sociologia.
O Estudo da sociologia
Abraços
Pedro
O Estudo da sociologia
Abraços
Pedro
Português - Introdução e Capítulo 1
Segue material de estudos de Língua Portuguesa! Separem um caderno para a realização de atividades e elaboração de textos!
Sugestão de filme: O carteiro e o poeta
Pablo Neruda, o famoso poeta chileno, encontra-se exilado em uma ilhota, por razões políticas. Nesta ilha, o filho desempregado de um pobre pescador é contratado como carteiro extra, devido ao incrível aumento de correspondência causado pelo exílio de Neruda. Sua missão é entregar em mãos a correspondência da celebridade. Mesmo com a baixa escolaridade, o novo carteiro aprende a amar a poesia e eventualmente se torna amigo de Neruda. Lutando para crescer e se expressar de forma mais rica, ele acaba se apaixonando repentinamente, o que o leva a precisar como nunca da ajuda e orientação de Neruda.
"Pablo Neruda, the famous Chilean poet, is exiled to a small island for political reasons. On the island, the unemployed son of a poor fisherman is hired as an extra postman due to the huge increase in mail that this causes. Il Postino is to hand-deliver the celebrity's mail to him. Though poorly educated, the postman learns to love poetry and eventually befriends Neruda. Struggling to grow and express himself more fully, he suddenly falls in love and needs Neruda's help and guidance more than ever".
Vou cobrar discussões sobre os filmes, povo. Quem quiser posso fornecer uma cópia, ok?
Abraços
Pedro
domingo, 7 de abril de 2013
Lista de livros - FUVEST 2014
ATENÇÃO!!
Segue a Lista de livros para o vestibular desse ano:
Segue a Lista de livros para o vestibular desse ano:
- Viagens na minha terra - Almeida Garrett;
- Til - José de Alencar;
- Memórias de um sargento de milícias - Manuel Antônio de Almeida;
- Memórias póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis;
- O cortiço - Aluísio Azevedo;
- A cidade e as serras - Eça de Queirós;
- Vidas secas - Graciliano Ramos;
- Capitães da areia - Jorge Amado;
- Sentimento do mundo - Carlos Drummond de Andrade.
- Memórias de um sargento de milícias - Manuel Antônio de Almeida;
- Memórias póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis;
- O cortiço - Aluísio Azevedo;
- A cidade e as serras - Eça de Queirós;
- Vidas secas - Graciliano Ramos;
- Capitães da areia - Jorge Amado;
- Sentimento do mundo - Carlos Drummond de Andrade.
Amanhã verificarei na biblioteca quantos exemplares temos de cada livro. Solicitarei que eles fiquem reservados para os alunos do 3º Ano.
Abraços
Pedro
Biologia - 1º Capítulo (Introdução à Biologia)
Segue 1º Capítulo do material de biologia, povo. Boa sorte!
Biologia - 1º Capítulo
Seguem também duas videoaulas introdutórias sobre a Biologia e a origem da vida. Assistam!
Biologia - 1º Capítulo
Seguem também duas videoaulas introdutórias sobre a Biologia e a origem da vida. Assistam!
sábado, 6 de abril de 2013
Nós que aqui estamos por vós esperamos - Marcelo Masagão (Brasil/2006)
Já há algum tempo que me provocava o
desejo de escrever sobre este filme que tanto me impressionou. As primeiras
cenas de "Nós que aqui estamos por vós esperamos" (1999) me chegaram
aos sentidos através de um programa de televisão. Fragmentos em preto-e-branco,
imagens do século XX... e o título! Só o título já seria suficiente para me
instigar a curiosidade: nós quem? vós quem? por que esperam? Mas o fato é que
apenas agora o desejo materializa-se em palavras, e apenas agora o desejo
tornou-se insuportável, porque escrever talvez seja isto: uma catarse. Enfim...
Nós que aqui estamos por vós esperamos é
a frase, sentença que assusta, que o diretor Marcelo Masagão encontrou cunhada
no portal de entrada de um velho cemitério. E aconteceu aquela coisa tão comum
nas artes: o acaso buscou perpetuar-se. É esta sentença que nos alerta, ou
melhor, que nos devolve o senso de humildade, que marca a proposta do filme,
que é a de discutir a banalização da morte e, por extensão, a banalização da
vida. E Masagão consegue então construir um poema visual - quase não há
palavras - pois o filme que nos apresenta constrói-se de breves momentos do
século XX perpetuados pelo registro perspicaz, ou apenas incidental, de velhas
câmeras e anônimos cineastas do acaso. Uma profusão de imagens que se sucedem,
envolvem-nos em uma trama fortuitamente tecida e que desafiam àqueles que crêem
no plano da vida, na linearidade dos acontecimentos. Imagens que nos
transportam da dor, do sentimento de vergonha em relação ao ser humano, ao
encantamento, ao deslumbramento, pois é humano, e sempre "demasiadamente
humano", o ódio e o amor. Portanto, não é um filme pessimista, é um poema,
e como tal, desequilibra. E o primeiro desequilíbrio que me esbofeteou o rosto
foi o de perceber que aqueles que via na tela, pessoas comuns que possuíam uma
data de nascimento, um nome e, quiçá, sonhos, eram pessoas comuns! Eram, sim, e
que contribuíram, consciente ou inconscientemente, na construção deste mundo que
com tantos prazeres e desprazeres nos brinda hoje. Pessoas esfalfadas no
cansaço provocado pelo sempre tão importante trabalho; pessoas felizes, que
sorriam, gargalhavam até, ou pessoas desesperadas, naufragadas em prantos. O
século XX foi estas pessoas e aquilo que sonharam ou deixaram de sonhar!
Não pude permanecer indiferente ao
filme, e também quis elencar as imagens que me marcaram neste século cujo fim
já festejamos. Apesar de muito jovem e de ter vivido apenas o último quartel do
século passado, algumas cenas permanecem indelevelmente marcadas em minha
memória, tatuadas em minhas retinas, como a do jovem chinês que enfrentou uma
coluna de tanques na Praça da Paz Celestial ou a da enorme multidão que se
lançava sobre um punhado de arroz lançado no solo árido de sonhos da Etiópia.
Lembro-me, e ainda com assombro, da inenarrável massa de homens de torso nu,
qual formigas, a subir e descer a enorme cratera de Serra Pelada em busca de
ouro; bem como não posso esquecer do cheiro e da consistência da tinta com a
qual marquei meu rosto em protesto ao governo Collor. Jovem como sou, os
últimos suspiros da ditadura militar brasileira só me chegaram como uma amarga
brisa, era criança, e como tal, só percebia meus brinquedos e um pouco do medo
que se ia nos rostos de alguns, e por isso me soava como um mito saber dos
tempos em que estudantes se lançavam às ruas em protesto, empunhando nas mãos
uma bandeira e acalentando no peito um desejo. Quando pintei meu rosto e me
juntei aos muitos que cantavam "Para não dizer que não falei das
flores", a brisa transformou-se em furacão, e então pude entender
aquilo que só me tocava de leve. Este entendimento provocou-me cicatrizes que
dificilmente serão apagadas - e nem quero que se apaguem!
Muitas imagens carrego, algumas de antes
de ter nascido, como a do corpo franzino de Gandhi que arrastava atrás de si
uma Índia inteira e que unia os opostos através da sua fome. Como esquecer
Gandhi?! E como esquecer Chico Mendes, tão covardemente morto? "Nós que
aqui estamos por vós esperamos", e um dia também esperaremos nós, e que
sejamos lembrados por aquilo que fizemos! Ao "esperar" não quero que
lembrem o século XXI pelas torres que tombaram, nem pelos corpos insepultos dos
palestinos tão covardemente assassinados e dos judeus vitimados pelo ódio. Não
quero que se nos lembrem pelo sangue que manchou a pequena ilha do Timor (e que
ainda mancha), mas pelo aroma do sândalo que voltará a recender na terra
"em que o Sol nasce primeiro". Ainda há tempo, o século apenas
inicia, e sonhar que o silêncio dos funerais pode ser substituído pelo silêncio
daquele que ouve e, ouvido, sabe compreender e, sabendo compreender, aprende a
conviver, ainda é possível.
Nós que aqui estamos por vós
esperamos", também esperaremos... E que o próximo filme possa mostrar que
a banalização da vida ensinou-nos a valorizá-la. Afinal, o século XXI seremos
nós, nossos prantos e nossos sorrisos, nossos sonhos e aquilo que deixamos de
sonhar.
Viega Fernandes, Historiador
História - Capítulo 1 - História do Presente
Bom, povo. Aqui vai o primeiro capítulo do livro de história. Leiam os textos e façam todos os exercícios. Vamos corrigindo conforme a realização das atividades.
Introdução - História do presente
Abraços
Introdução - História do presente
Abraços
segunda-feira, 1 de abril de 2013
GUIA DE PROFISSÕES
Opa, povo. Tudo bom?
Vou disponibilizar por aqui o link para download do "guia de Profissões" da FUVEST, Gostaria que vocês dedicassem duas horas para ler a descrição de todos os cursos oferecidos pela USP. A partir daí, de acordo com suas escolhas, poderemos preparar um plano de trabalho individualizado que atenda às necessidades de cada um!
Abraço
Pedro
PS: para baixar o arquivo é só clicar com o botão direito e selecionar "salvar como".
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